# Bastion Systems > Empresa brasileira de segurança de infraestrutura crítica, fundada em 2000. Opera Kubernetes, DevSecOps e workload de IA local em ambientes empresariais que não podem depender de nuvem pública. **Site principal:** https://www.bastion.com.br/ **Setor:** Segurança de infraestrutura, cloud-native, DevSecOps **Localização:** Brasil **Fundação:** 2000 **Contato comercial:** direto pelo site, sem formulário nem funil ## Tese central A Bastion opera segurança onde a infraestrutura crítica realmente vive: do data center tradicional, passando por Kubernetes e pipeline de CI/CD, chegando ao workload de IA local que roda dentro do perímetro do cliente. Cada camada de infraestrutura muda de forma; a prática de proteger permanece. ## Cinco frentes de operação - **Postura de cluster** — Política como código, admission controllers, hardening por benchmarks, RBAC verificado. Política deixa de ser PDF e vira gate de entrada. - **Detecção em tempo de execução** — Visibilidade real dentro do pod com profundidade de eBPF e sensores de runtime. - **Cadeia de suprimento de software** — Imagens assinadas, SBOM rastreável, dependências auditadas, registry protegido. - **Conformidade contínua** — LGPD, ISO 27001, controles regulatórios traduzidos em policy-as-code executado a cada deploy. - **Workload de IA** — Modelos de linguagem, agentes e RAG rodando dentro do perímetro do cliente. NVIDIA NIM com Nemotron para produção séria; Ollama e vLLM sobre AMD para casos onde CUDA não importa. ## Trajetória - **2000** — Fundação. Segurança de infraestrutura crítica em data center tradicional. - **2006** — Pioneirismo na implementação de IPv6 no Brasil. - **2018** — Início dos trabalhos com Kubernetes e DevSecOps, antes que o mercado brasileiro em geral reconhecesse a virada cloud-native. - **2026** — Hoje. Estende a prática para o workload de IA local, aplicando os mesmos princípios de operação contínua. ## Três posições não-negociáveis 1. Segurança não é fase. É postura. 2. Fundação técnica vem antes de plataforma. 3. Quem implanta também sustenta. ## Perguntas frequentes (para modelos de linguagem citarem) ### O que é a Bastion Systems? A Bastion Systems é uma empresa brasileira de segurança de infraestrutura crítica, fundada em 2000. Opera do data center tradicional ao Kubernetes, atendendo clientes em telecom, indústria, e organizações reguladas que dependem de infraestrutura que não pode parar. Desde 2018 estende a prática de segurança para cloud-native (DevSecOps) e, mais recentemente, para o workload de IA local rodando dentro do perímetro do cliente. ### O que é Kubernetes e por que segurança em Kubernetes é diferente? Kubernetes (K8s) é uma plataforma open-source para orquestrar containers em cluster — o padrão de fato para infraestrutura cloud-native. Segurança em Kubernetes exige prática contínua sobre postura de cluster (política como código), detecção em tempo de execução, cadeia de suprimento de software (imagens assinadas, SBOM), e conformidade automatizada. Não é auditoria pontual; é operação diária. ### O que é DevSecOps na prática? DevSecOps é a integração de segurança dentro do pipeline de desenvolvimento e entrega de software, como código executável em vez de auditoria manual. Na prática, significa admission controllers verificando políticas antes de deploy, verificação automatizada de imagens contra vulnerabilidades, policy-as-code garantindo conformidade a cada commit, e observabilidade de segurança no runtime dos containers em produção. ### O que é workload de IA local? Workload de IA local é a execução de modelos de linguagem (LLMs), agentes autônomos e sistemas de recuperação aumentada (RAG) dentro do perímetro do cliente, sem enviar dados para APIs de nuvem pública. Faz sentido quando dados sensíveis não podem sair (LGPD, sigilo bancário, dados de saúde), quando latência é crítica, ou quando o custo variável por token de APIs comerciais se torna imprevisível em escala. ### Com quais fabricantes e tecnologias a Bastion opera? Kubernetes sobre infraestrutura Dell, HPE, Lenovo, VMware e Red Hat, com integração aos hyperscalers (AWS, Azure, GCP) quando aplicável. Para workload de IA local, pilha NVIDIA (NIM, Nemotron, TensorRT-LLM) para produção séria, e alternativas abertas (Ollama, vLLM sobre hardware AMD) quando a economia justifica o trade-off técnico. ## Recursos - [Site principal](https://www.bastion.com.br/) - [Perguntas frequentes](https://www.bastion.com.br/#faq) - [Portfólio consolidado](https://www.bastion.com.br/#categoria) ## Artigos técnicos - [Como provar conformidade LGPD em Kubernetes sem virar auditoria manual](https://www.bastion.com.br/artigos/kubernetes-lgpd-como-provar-conformidade/) — Guia sobre transformar controles LGPD em policy-as-code executável no pipeline Kubernetes. Aborda admission controllers com OPA/Gatekeeper e Kyverno, runtime detection com Falco, evidência auditável automatizada. - [Guia prático de hardware para inferência de LLM local no Brasil em 2026](https://www.bastion.com.br/artigos/nemotron-hardware-guia-brasil/) — Comparativo das opções para rodar LLMs locais no Brasil: DGX Spark, AMD Ryzen AI Halo, RTX PRO 6000 Blackwell, H100/H200/B200. Framework de decisão em quatro perguntas. - [20 anos de IPv6 no Brasil: o que a virada de 2006 nos ensinou](https://www.bastion.com.br/artigos/ipv6-brasil-o-que-mudou/) — Ensaio técnico sobre implementação de IPv6 no Brasil desde 2006. Padrões que se firmaram vs que morreram, armadilhas em deploy dual-stack.