Apresentamos a nova era da Bastion
Para operadoras que não podem parar. Para indústrias que não podem perder a linha. Para organizações onde a infraestrutura é o próprio negócio.
Vinte e cinco anos protegendo o que sustenta operação real.
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Saiu do rack, virou contêiner. Saiu do data center, virou cluster. Saiu do hardware, virou manifesto YAML. E mais que isso: deixou de ser parada para ser reescrita continuamente. Cada commit é um pedido de mudança. Cada deploy é uma nova superfície.
Entre o código que um desenvolvedor escreve e a aplicação que entra no ar, existe agora uma esteira automatizada — o pipeline — que constrói, testa, empacota e publica. É nessa esteira que a infraestrutura moderna nasce. E é nela que precisa ser protegida.
Quem entra, o que executa, o que sai. O perímetro continua sendo o mesmo problema essencial — agora em mil pontos da esteira de software.
É isso que DevSecOps deveria significar antes de virar palavra de slide. Segurança que entra no fluxo, não que o interrompe. Que vira código junto com o código. Sustentada pela mesma fundação técnica que protege a infraestrutura há vinte e cinco anos.
A plataforma
Postura, runtime, cadeia e conformidade — operando como prática contínua, não como auditoria pontual.
Política como código operando dentro do pipeline. Admission controllers, hardening por benchmarks, RBAC verificado, configurações auditadas a cada deploy. A política deixa de ser PDF e vira gate de entrada.
Visibilidade real do que acontece dentro do pod, com profundidade de eBPF e sensores de runtime. Alertas que apontam o quê, onde e por quê — não dashboards bonitos sobre dados rasos.
Imagens assinadas do código ao runtime, SBOM rastreável, dependências auditadas, registry protegido. A integridade do que entra no cluster verificada antes de entrar — não depois de incidente.
LGPD, ISO 27001, controles regulatórios traduzidos em policy-as-code que roda na esteira. Conformidade que se prova a cada deploy, não em relatório anual. Auditoria que sai do PowerPoint.
Portfólio consolidado
A fundação de segurança de infraestrutura tradicional não foi abandonada — ela é o que viabiliza tudo o resto. O catálogo segue ativo, atendendo clientes que dependem dessas operações.
Diretório centralizado de autenticação, autorização e acesso (AAA) sobre LDAP.
Proteção de perímetro com regras programáveis e análise de tráfego.
Detecção de intrusos com base de assinaturas customizada e alertas em tempo real.
Redes privadas virtuais com IPSEC em topologias convencional, road warrior e oportunista.
Solução de backup com criptografia simétrica e assimétrica e contingência geográfica.
Certificados digitais para tráfego seguro e assinatura de e-mail corporativo.
Plataforma de e-mail corporativo com criptografia SSL/TLS e antispam integrado.
Centralização de arquivos com sincronismo on-line e interoperabilidade entre estações.
Alta disponibilidade com fail-over e fail-back automáticos para serviços críticos.
Gerência de rede multiplataforma com monitoramento de recursos e alarmes customizáveis.
Sistema de isca para coleta forense e desvio de invasores dos servidores reais.
Implementação e gestão de infraestrutura IPv6 — pioneirismo desde 2006.
Auditoria interna de rede e ambiente de servidores em busca de vulnerabilidades.
Auditoria externa com testes de invasão e verificação de denial of service.
Prova
Princípios
Quando segurança é o passo antes do deploy, ela perde toda vez. Perde para o prazo, para o release crítico, para a urgência. Implantamos segurança como prática contínua, dentro do pipeline, embarcada no fluxo — não como obstáculo no fim.
Cluster sem rede bem desenhada é cluster que vai falhar. Política de cluster sem identidade resolvida é política que não se aplica. Trabalhamos com a infraestrutura sob, não sobre — porque DevSecOps sem fundação é teatro.
Não vendemos ferramenta e vamos embora. Entramos no time, entendemos o pipeline, escrevemos a política, instalamos o controlador, treinamos o engenheiro, e ficamos até a esteira rodar com segurança embarcada. Relação que continua depois da entrega.
Conversar
Conversa direta com quem entende. Sem formulário, sem funil de qualificação, sem espera.